sábado, 14 de setembro de 2013

Eu Navegarei

   Eu Navegarei é uma canção cristã, escrita por Azmaveth Carneiro da Silva e, neste vídeo, cantada pelo Padre Reginaldo Manzotti, disponível sem restrições no Youtube.
   É uma linda canção cuja profundidade de suas palavras pode servir como terapia em momentos de turbulências psicológicas, como o sentimento de incapacidade para com as injustiças ao redor, desilusões, angústias, indignações, entre outros.


Eu navegarei
No oceano do Espírito
E aqui adorarei o Deus do meu amor. (2x)
Espírito, espírito
Que desce como fogo
Vem como em pentecoste
E enche-me de novo.
Eu adorarei
Ao Deus da minha vida
Que me compreendeu sem nenhuma explicação. (2x)
Espírito, espírito
Que desce como fogo
Vem como em pentecoste, e enche-me de novo. (2x)
Eu servirei
Ao meu Deus fiel
Ao meu Libertador, Aquele que venceu. (2x)

sábado, 3 de novembro de 2012

As camisas do Che



Em princípio o discurso é impactante, instigador e comovente, pensamentos como “Se você é capaz de tremer de indignação cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros”, “Hay que endurecer-se pero sin perder la ternura jamas”, “ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética”. Logo as pessoas, principalmente os jovens, saem as ruas trajando camisetas e bonés, ostentando em seus pertences faixas e adesivos com a figura de um sujeito que já passou por este mundo chamado Che Guevara.
Meu Deus, quanta miséria intelectual !!!
Os anos se sucedem e nunca vão faltar inocentes úteis, intelectuaizinhos de esquerda, artistas e jovens ingênuos para revestir Che Guevara com uma camada de falso heroísmo e sabedoria, quando na realidade esse porco imundo não passou de um terrível assassino a sangue frio, torturador sádico, um terrorista que espalhou destruição e miséria por onde passou.
Che Guevara sabidamente era um fanático comunista, seus ídolos eram nada mais do que Stálin, Lênin, Mao-Tse-Tung, gente que compõe a lista dos ditadores que mais mataram no mundo. A cartilha comunista era seguida à risca por Che, o ateísmo incondicional, a sistematização da fome como política de combate aos opositores e a generalização da violência contra tudo o que não estiver alinhado com a teoria de Marx. Che via nos países comunistas a solução para os problemas do mundo. E o que havia lá? Haviam os Gulags, o Muro de Berlim, massacres, perseguição religiosa e tristeza, muita tristeza.


De tanto se inspirar nas sórdidas experiências comunistas, Che Guevara, ministro de seu comparsa Fidel Castro, implementou em Cuba a partir de 1959, ano da “Revolução Cubana” uma série de medidas coletivistas. A exemplo da União Soviética, Cuba se tornou uma ilha-prisão, com campos de trabalhos forçados que Che trabalhou muito para serem construídos, corrupção alastrada e muito pobreza. Isso tudo em um país em que até 1958 era o mais desenvolvido de sua região. Mas o que mais marcou e marca a ditadura comunista de Cuba é o “Paredón”, e nele Che Guevara teve participação destacada!
Foram milhares de execuções, segundo diversas estatísticas passaram de 14 mil só na primeira década de revolução, e Che gostava muito de assistir carnificinas de sua janela, além do mais ele próprio assinou muitas e se encarregou de puxar o gatilho em outras tantas. Che Guevara já assassinou um pai diante de seu filho, assassinou escritores pelo “crime” de discordar de suas ideias. Quanta paixão pela cultura, e que apreço pelas famílias!

Depois de excluído de Cuba pelos soviéticos, que investiam seu bilhões de seu dinheiro sujo para propagandear “la revolución”, Che Guevara foi se aventurar mundo afora em seus projetos sangrentos. Rumou para o Congo onde armou uma guerrilha para tomar o poder. Sofreu uma derrota desmoralizante. Depois, em aventuras na América do Sul, foi morto pela CIA ou sabe-se lá por quem, sendo que seu cadáver foi ocultado. Mas daí querer saber para onde isso foi ou como aconteceu não tem a mínima importância, pois o que interessa é que felizmente o mundo ficou menos cruel com a morte de Che.


REFERÊNCIAS
           http://pedrodaveiga.blogspot.com.br/2011/11/che-guevara-assassino-cruel-de-sangue.html



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Noite dos Cristais, o início do Holocausto



"Nas primeiras horas do dia, ouvi um barulho ensurdecedor, 
como se fosse uma onda se aproximando. Desci as escadas e, de 
longe, vi a multidão. Então, alguns judeus se aproximaram de 
mim e disseram: ‘Corra, esconda-se, eles estão matando judeus, 
invadindo, depredando e queimando casas’ 
Shimon Banai, judeu que morava em Berlim.

O data foi 9 de novembro de 1938, e marcou o início do terrível Holocausto, genocídio que vitimou mais de 6 milhões de judeus até o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. Em toda a Alemanha e Áustria, sinagogas, estabelecimentos comerciais e residências pertencentes a judeus foram invadidas, saqueadas e queimadas. O nome “Noite dos Cristais” (Kristallnacht) é uma alusão ao barulho ensurdecedor de centenas de milhares de vidros estilhaçados, simultaneamente a dor e desespero de milhares de judeus, a perseguição comandada pelos nazistas se transformou em política de limpeza étnica.
Apesar da Noite dos Cristais marcar a explosão do antissemitismo na Alemanha, os caminhos para esta explosão de ódio começaram muito antes, em 1935, dois anos depois da ascensão do Terceiro Reich. A política nazista, permeada pelo antissemitismo, não perseguiu a comunidade judaica no início, em 1933, pois precisava sanar a economia e, para isso, o trabalho as riquezas dos judeus eram imprescindíveis. Além disso, para rearmar a Alemanha secretamente os nazistas evitaram praticar crueldades de imediato, pois assim a opinião pública mundial tomaria ciência. Mas logo medidas diabólicas começaram a ser aplicadas: casamentos entre judeus e não-judeus não eram permitidos, as crianças judias começaram a ser expulsas das escolas e as lojas, indústrias e terras pertencentes a judeus, começaram a ser expropriados compulsoriamente. O terreno foi sendo preparado para o pior.

Assim, sob o pretexto do assassinato do embaixador alemão em Paris por um judeu polonês em 7 de setembro, a Noite dos Cristais se desenrolou com uma chuva de crimes e violência, com tudo ocorrendo de forma generalizada e precisa. As sinagogas eram os principais alvos e grupos foram especialmente designados para destruí-las, em um total de mais de 1.400 por toda a Alemanha. As casas e as lojas dos judeus tiveram seus vidros quebrados e seus móveis pilhados ou jogados às chamas. Quanto as pessoas... Em toda a Alemanha e principalmente em Berlim, gangues dominadas pelo ódio nazista surravam judeus, muitos deles idosos, pelas ruas, fazendo de seus últimos momentos de vida um verdadeiro martírio. Poucos conseguiram escapar, além dos muitos que apanharam até a morte, outros 30 mil foram enviados para campos de concentração, onde morreriam posteriormente.

A opressão não era mais política e econômica, passava a ser mortal. Os judeus estavam todos sentenciados à morte. Os cidadãos de bem que habitam este mundo devem tomar ciência de eventos como a “Noite dos Cristais”, símbolo de todo o mal que uma ideologia totalitária pode fazer com um grupo de pessoas.


REFERÊNCIAS
   Comunidade Israelita de Lisboa: 
   Deustsch Welle:
   Café Torah, Notícias de Israel:



quinta-feira, 1 de novembro de 2012

31 de outubro, dia da Reforma Protestante





Na história do mundo, nada marcou mais a passagem do era medieval para o mundo moderno do que a Reforma Protestante, um evento que infelizmente muitos ainda consideram como meramente de convicções religiosas, mas que na verdade impulsionou grandes transformações socioeconômicas e de evolução do cristianismo, principalmente no que tange a valores como a liberdade de expressão, a democracia e o espírito de solidariedade.
O contexto do século 16 apresentava profundas mudanças econômicas e de fundamentos da sociedade européia, sobretudo com o fim do feudalismo, a intensificação do processo de urbanização e do sistema de economia de mercado. Como tudo passava a ser repensado na época, o autoritarismo da Igreja Católica Medieval não ficou de fora: os terríveis impostos eclesiásticos, o interpretação única e o acesso restrito da bíblia, o poder universal do Papa, a condenação da usura, entre outros dogmas passaram a ser questionados em quase todas as nações europeias.

Entre 1350 e 1500 houveram muitas tentativas de reformas internas na Igreja, principalmente com expoentes como John Wycliffe (1330-1380) e Jan huss (1370-1415). Mas coube a Martinho Lutero, monge agostiniano alemão, ser o precursor da Reforma Protestante do século 16.
Lutero, quando enviado a Roma, viu de perto a imposição de uma tributação absurda, pagamentos em troca de perdões, compra de cargos eclesiásticos e até venda de falsas relíquias como pedaços da cruz de cristo e de pão da última ceia. Indignado, Lutero tentou de todas as formas dialogar, mas tudo o que conseguiu foi ser obrigado a revogar seus escritos e pensamentos.
Em 1512 Lutero tornou-se doutor em teologia e em 1917, no dia 31 de outubro, fixa no castelo de Wittemberg 95 teses, “Um dia anterior ao dia de todos os santos”. Tratava-se de um conjunto de críticas aos abusos cometidos pelos clérigos católicos. Excomungado e perseguido pelo Papa Leão X, as ideias de Lutero foram ganhando força a cada dia entre cidadãos europeus. O príncipe Frederico da Saxônia refugiou Lutero em seu castelo, lugar onde ele traduziu a Bíblia para o alemão e continuou em suas ideias.

BENEFÍCIOS DA REFORMA PROTESTANTE
A Reforma Protestante ajudou muito na evolução do Cristianismo e da humanidade como um todo. O trabalho começou a ser visto de uma forma mais positiva, sendo que o empreendedorismo e a geração de lucro deixaram a condição de pecado para serem consideradas forças vitais para o desenvolvimento de qualquer comunidade.
Através de Martinho, o homem pode e deve estar diante de Deus sem que haja intermediários, sem que haja por perto a inútil hierarquia eclesiástica. E todos os homens devem ter a chance de ter acesso a Bíblia, interpretando-a conforme sua consciência e livre de dogmas.
A Reforma Protestante foi o movimento que mais produziu literatura na história, não apenas por traduzir a Bíblia para vários idiomas, mas também porque abriu caminho para o surgimento de vários pensadores da história, que começaram a ter mais liberdade para escrever sobre assuntos que envolvem a fé.
Hoje, infelizmente, há muitas igrejas ditas como protestantes que se afastaram dos princípios mais elementares propostos pelos reformadores. Questões como a perversa e intensa busca por dinheiro dos fiéis, a interpretação “oficial” da Bíblia, tão combatidas por Lutero, em muitas igrejas formam a triste realidade. Daí surge a necessidade da Reforma Protestante do Século 21.


REFERÊNCIAS

DREHER, martin N. A Crise e a Renovação da Igreja no Período da Reforma- São Leopoldo: Sinodal, 1996.
           http://cyberhistoria.blogspot.com.br/2008/08/reforma-protestante-contra-reforma.html

The North Area of Sorocaba


Sorocaba is a large and beautiful Brazilian city, almost 600.000 people live there, with 250.000 people living in the northern part. The northern part of Sorocaba is the most and fastest growing place in recent years in this city. Today, more than 100 villages that form the north have developed service offerings, particularly in major avenues.
The north part of Sorocaba grew to munch because some factors like the doubling of the avenues Ipanema and Itavuvu, the installations of many condominiums, and also the good natural conditions of space. Since 2000 the population of Sorocaba has grown more than Brazilian average.  
Today, the northern part has an airport, hypermarkets, malls, bank agencies and units of industries like Toyota. But people yet suffer with problems like the terrible public transport and public health services.
In 2013 the population of the northern area hope to get faster in the Industrial Area of Sorocaba, because the City Hall’s services will finish interconnection in the avenues of access.
It’s the north area of Sorocaba, full of hope and full of opportunities for businesspeople. A challenger place…



terça-feira, 9 de outubro de 2012

Marxismo, a ideologia da destruição



A foice não é o trabalho do campo, é a morte. 
O martelo não é o trabalho do proletariado, é a destruição. 
E o vermelho, o que simboliza? O sangue dos oponentes.

Depois do fim da União Soviética e dos governos comunistas do leste europeu, simbolizados pela queda do muro de Berlim, há mais de vinte anos, muitas pessoas acreditam que o comunismo e a sua religião, o marxismo, deixaram de existir. Infelizmente isso não aconteceu, o marxismo está muito vivo em políticas oficiais de estados como Cuba, Coréia do Norte, China, Vietnã e Laos. Nos vizinhos da América do Sul, muitas faces do marxismo ainda poluem a mente de muitos líderes políticos, como o venezuelano Hugo Chavez e a argentina Cristina Kirchner. Aqui no Brasil...infelizmente há uma vasta multidão de intelectualóides, acadêmicos e um ranço de partidos políticos de extrema esquerda.
O marxismo é de longe a ideologia mais sangrenta da história da humanidade, responsável pela maior tragédia humanitária do século passado, século este em que ocorreram duas guerras mundiais e a ascensão e queda de outra ideologia genocida, o nazismo. Karl Marx, o “profeta”, prometeu em sua teoria levar seus fanáticos seguidores ao paraíso comunista. A aplicação da teoria marxista, no entanto, revelou um terrorismo sem limites, em que os fanáticos de vermelho sempre foram rápidos em apertar o gatilho em quem ousasse discordar deles. Muitos que viveram em meio ao socialismo invejaram os mortos, pois a vida foi marcada por campos letais de trabalhos forçados, expurgos mortais, e a fome, que muitas vezes virou “política de estado”.
No total, segundo consenso entre os estudos científicos, o marxismo-socialismo já assassinou mais de 120 milhões de pessoas desde 1917, ano da sangrenta revolução russa.
Karl Marx é um autêntico vagabundo que vivia à custa das esmolas fornecidas por seu comparsa Frederick Engels, este um almofadinha filho de um rico industrial Alemão.  H.G. Wells, o escritor inglês de “A Guerra dos Mundos” definiu como ninguém o alemão Karl Marx, “uma mente de terceira, postulador de uma tese de segunda, propagandeada por fanáticos de primeira”. De fato quase todos os seres humanos algum dia já sonharam em viver um mundo onde não houvesse injustiças sociais e pessoas sendo privadas de coisas que outras não são.  Mas o que o marxismo, a maior “engenharia social” já feita na história, já fez para acabar com injustiças sociais?
Os países do bloco comunista, orientados pela teoria marxista, existiram por quase sete décadas, neles a ditadura, condição de existência do socialismo, assim como toda a estrutura do marxismo tornaram a vida das pessoas, de maneira geral, muito difícil. Não é por acaso que mais de 55 milhões de pessoas morreram de fome ou epidemias não evitadas por governo da “foice e martelo”. Na União Soviética, Stálin não apenas evitou, como foi responsável por determinar a morte de mais de 10 milhões de ucranianos pela fome!  
Governos de orientação marxista precisam controlar tudo na sociedade, a economia, os hábitos e até os valores e convicções das pessoas. Essa é a verdadeira e terrível face do “pensamento coletivo”. Os ditadores comunistas podem fazer tudo o que querem, para eles não existe uma moral definida e, não a toa, nunca existiu nenhum país de governo marxista em que houvesse um mínimo de liberdade de expressão ou violência do estado contra civis de maneira generalizada.
Nesse contexto, os verdadeiros intelectuais brasileiros comemoram o golpe militar de 1964 como uma válvula de escape ao monstruoso marxismo que rondava o Brasil. Os anos de chumbo trouxeram muitas mortes e torturas de inocentes, mas foi a realidade menos cruel que poderia ter acontecido, naquela época, em que ou se alinhava a Washington ou se caia nas mãos dos carniceiros comunistas. É macabro demais imaginar o Brasil sob o comando da “Van Palmares” e seu padrinho Fidel Castro aplicando a teoria de Marx no abençoado solo brasileiro. Hoje muitos desses “guerrilheiros” estão no poder, com espírito de vingança representado pelas vultosas indenizações que virão com o trabalho da “comissão da verdade”.   


MARXISMO E SUA PERSEGUIÇÃO À CRENÇA EM DEUS
É muito fácil contradizer o fraco pensamento da maioria dos ateus, que vocifera que a religião é a maior causadora de mortes em toda a história da humanidade. Realmente é triste constatar que muitos teístas ao longo da história cometeram atrocidades por nunca conseguir distinguir na religião as esferas divina, ou perfeita, da esfera humana, ou errônea. Como já dizia a sábia reflexão budista “O Deus que habita dentro de mim saúda o Deus que habita em você”.  Mas, se as questões religiosas já derramaram muito sangue, o que dizer então da falta de religião?
O marxismo matou muito mais gente que todas as religiões, ele é muito mais sangrento que a inquisição católica, as cruzadas e os conflitos entre católicos e protestantes. O ateísmo de Marx é transcendental, algo que está além da razão e emoção, ele se encontra nos aspectos mais profundos de sua teoria, em uma dimensão incrível de ódio, rancor e amargura. As frases mais famosas, “A religião é o ópio do povo” e “os desajustados deverão perecer no holocausto revolucionário”, foram fielmente aplicadas por seus seguidores, sendo que alguns dos traços marcantes dos países comunistas sempre foi a proibição da manifestação da religião. E nunca existiu nada de amigável nisso, pois as igrejas e os templos foram incendiados e quem se opõe ao ateísmo oficial dos estados comunistas está fadado a todo tipo perseguição.
Um triste exemplo do ateísmo marxista é o Camboja do Khmer Vermelho e seu líder, Pol Pot, carniceiros genocidas que quiseram implantar um real comunismo, e para seguir a risca os ensinamentos de Marx, massacraram 2 milhões de cambojanos. Eles acharam isso certo, pois um estado comunista deve ser ateu e com uma sociedade alinhada ao comunismo. Para eles, qualquer um que gostasse de outra coisa senão plantar arroz e pescar deveria ser morto!
CONCLUSÃO
Se você ainda se simpatiza com engodos como “juventude marxista”, quando começar a enxergar a realidade dos fatos não se sinta um verme. Você não é um imbecil, muito pelo contrário, a simpatia pelas ideologias de marx é um estágio adiantado do pensamento intelectual! Não, não é ironia deste blogueiro, vejamos o por quê:
Quase sempre, o indivíduo que acredita em ideais marxistas-socialistas chegou a esta fase do pensamento por refletir muito sobre as mazelas do capitalismo. O capitalismo é um sistema que apresenta resultados muito perversos, com a marginalização de muitas pessoas.
 Mas agora é preciso ter a mente aberta para perceber que o marxismo-socialismo nunca foi e nunca será solução alguma para as pessoas, ele, pelo contrário, apenas degrada os seres humanos com seus princípios sanguinários, originados por mentes sanguinárias e que se constrói através da mentira, da violência, da miséria e do terror!
Saia dessa falsidade que deixou um himalaia de cadáveres inocentes. Você acredita no socialismo e suas pérolas como “a ética é a arma da elite dominante” ou “a moralidade é uma ilusão”. Isso lembra a pessoas que foram historicamente julgadas recentemente no Brasil. Chega de miséria intelectual!


REFERÊNCIAS
Infante, Pr. José Jr., “10 razões por que não sou Comunista”, 6ª edição Julho 87. 
JEAN-LOUIS PANNÉ, ANDRZEJ PACZKOWSKI, KAREL BARTOSEK, JEAN-LOUIS MARGOLIN. O livro Negro do Comunismo, Crimes, Terror e repressão. Bertrand Brasil, 1999. 



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